Mídia, inteligência artificial e algumas revoluções.

Estamos olhando para frente de um outro jeito.

No segmento das mídias digitais, marketing e recursos da internet, por exemplo, um grande desenvolvimento ocorreu nos últimos anos e que revolucionou o segmento. Hoje é difícil supor estratégias de marketing, principalmente de marketing de digital, sem considerar os recursos tecnológicos de ponta e a aplicação da inteligência artificial nos seus processos.

O uso inteligente de dados já é fundamental para uma série de processos, principalmente, aqueles relacionados ao comércio, saúde, serviços públicos essenciais, etc. Mas também já faz parte do cotidiano das pessoas — tarefas como acessar as redes sociais, comprar pela internet ou apenas pesquisar por assuntos possuem um grande grau de tecnologia inteligente aplicada — de computadores capazes de pensar sozinhos.

Até mesmo os recursos digitais, em que muitas campanhas de marketing são veiculadas, como as redes sociais, por exemplo, ou os recursos de anúncios patrocinados, utilizam amplamente o machine learning em seus processos, entre outros recursos. É possível ampliar o alcance da mídia programática, as estratégias de SEO, target advertising, insights e até mesmo interagir diretamente com os consumidores por meios de sistemas cognitivos em anúncios, dispositivos móveis e outros recursos.

Machine learning, que é o primeiro passo para a expansão da inteligência artificial.

Por machine learning, que é o primeiro passo para a expansão da inteligência artificial, compreende-se um conjunto de métodos básicos que usa algoritmos para coletar dados, aprender com eles e determinar ações. Analisando uma quantidade grande de dados e algoritmos, a máquina pode aprender e executar novas tarefas. Esta estratégia possui grandes vantagens para diferentes segmentos produtivos e acabou se tornando um grande diferencial competitivo.

Um exemplo prático é o Facebook, que utiliza o sistema de inteligência artificial que conta com uma rede neural de capacidade equivalente ao cérebro de um rato, conforme seus especialistas.

 

Não se trata apenas de ter diferenciais competitivos no mercado, de ampliar ainda mais a capacidade de intervenção às decisões de seus usuários — como ocorre quando você pesquisa algum produto na internet e posteriormente se depara com anúncios patrocinados em suas redes sociais e até em seu e-mail, propositalmente lançados pelo sistema conforme as suas experiências e dados de pesquisa on-line. Trata-se ainda de oferecer uma experiência diferenciada ao usuário — como o vídeo exemplifica.

E os próximos anos serão decisivos para as empresas que querem continuar no mercado com destaque.

Empresas como Google e Amazon também utilizam amplamente este tipo de tecnologia — na verdade, são referências neste segmento. De carros autônomos a aplicativos de todos os tipos, o machine learning é um conceito do qual o Google não faria sucesso caso não o usasse. A Amazon tem inclusive soluções para quem quer investir neste segmento, de modo limitado. E os próximos anos serão decisivos para as empresas que querem continuar no mercado com destaque — estas precisam se diferenciar, e o conhecimento e as novas abordagens tecnológicas com certeza é o caminho certo para isso.

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Como a inteligência artificial irá se tornar a inteligência de mercado daqui para frente.

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Quando se ouve falar deste termo “inteligência artificial”, logo se associa a literatura e filmes de ficção científica. Mas na verdade, hoje em dia essa é uma realidade muito comum e mais real do que se possa imaginar. Por isso, pensar nessa inteligência é pensar no diferencial de mercado em qualquer setor.

Hoje já temos o conhecimento que máquinas podem aprender. E muito. A partir da perspectiva tecnológica, baseada em redes neurais, lógica difusa, linguagens naturais, tipos de interface multissensoriais, entre outros novos conceitos, é possível que as máquinas aprendem com as suas experiências. Isso mesmo. Este é o conceito de machine learning. Aprender algo novo e gerar um novo conhecimento. Estamos vivendo uma mudança de era. E nela as máquinas poderão ser algo próximo do que já vimos na sétima arte.

Múltiplas atuações, uma só inteligência

Atuando em níveis diferentes, como por exemplo, aplicações da ciência cognitiva, na robótica e em interfaces naturais, aplicação de algoritmos e novos negócios, Realidade virtual e aumentada, e por aí segue – não sabemos até onde essas evoluções irão parar, visto que se crescimento é exponencial -. Mas podemos falar da Lei de Moore em outro artigo.

Pelo que podemos analisar, a inteligência artificial pode atuar, lado a lado, quase que como um parceiro estratégico de negócios, auxiliando as empresas em seus escopos e atuando em prol de uma melhor análise de dados, por conseguinte, sendo um braço direito em decisões estratégicas.

Exemplos de aplicabilidade

  • No setor hoteleiro, pode se utilizar a lógica difusa para determinar a quantidade de hóspedes que se pode esperar em determinado período.
  • No segmento de transporte de cargas é possível fazer uma análise preditiva de quanto de combustível será gasto em determinados trechos e o quanto será o gasto em manutenção.
  • Agentes inteligentes, que atuam conforme as diretrizes de negócios pré-definidas pela empresa, é possível mensurar o quanto será necessário ter de estoque disponível para um e-commerce, fazendo com isso, maior agilidade de entrega e redução de custos operacionais
  • Uma das vertentes atuais do uso de inteligência artificial são os chatbots. De serviço de atendimento ao consumidor à compra de passagens áreas e check-in em aeroportos, você já deve ter interagido com chatbots inúmeras vezes sem se dar conta.

Novos modelos de negócios necessitam novas maneiras de interação de seus produtos e serviços com o público. Seja qual for a sua área de atuação, e com o avanço das novas tecnologias em uma velocidade cada vez maior, quem sabe, futuramente, uma inteligência dessas possa ser o fator diferencial para a sua empresa, produto ou serviço, servir da melhor maneira possível, aos propósitos que seus clientes sempre buscaram.

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Confira as 5 dicas que vão facilitar a comunicação online da sua marca.

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Os hábitos de consumo mudaram nos últimos 20 anos. E o marketing também precisou se reiventar. Atualmente estamos cercados de informação por todos os lados, 24 horas por dia, 7 dias por semana. É tanto canal de compartilhamento hoje em dia que fica muito confuso, para marcas e clientes, qual a melhor mídia (um conceito também ultrapassado). Antigamente (nem tão antigo assim), era muito mais fácil e pragmático chamar a dos clientes. Hoje em dia, não. Tudo é muito mais rápido e efêmero. E como fazer para se destacar num ecossistema onde todos querem destaque? Segue aqui algumas dicas que acho importante e que devem ajudar quem precisa ser ajudado.

DICA 1: Saiba ser visto.

Parece óbvio, mas tem muita marca que acha que conhece seu público e seu hábitos. Uma coisa é saber quem são. Outra é ter ideia de seus hábitos no mundo digital. Saber com clareza por onde seu público-alvo transita pela internet é meio caminho percorrido. E no caminho dos tijolos dourados é necessária clareza e saber chamar a atenção com uma linguagem adequada.

DICA 2: Saiba ser lembrado.

Para se destacar é preciso se diferenciar. E para isso é bom ter bem definido uma estratégia de publicação de conteúdo. Falar isso não é chover no molhado, mas lembrar que saber falar a linguagem do seu público é quase um exercício de empatia digital: se colocar no lugar de quem navega e ter clara a ideia do que é relevante para quem está sempre conectado. E claro: postar na rede social certa e no momento certo.

DICA 3: Saiba fazer conteúdo.

Uma vez escutei uma frase em um workshop que fez muito sentido: “ Bom conteúdo é aquele entregue na hora em que a pessoa mais precisa.”. Isso significa que não adianta ter um conteúdo bem escrito e embasado se não é relevante para o cliente naquele dado momento. Timming é fundamental. E para sabermos quando e como atingir nosso público, é fundamental um trabalhao de Inbound Marketing e um calendário de publicação.

Dica 4. Saiba estar sempre atualizado

Assim como o sistema operacional da sua máquina precisa de atualizações constante, você também precisa estar acompanhando o que acontece no mundo real para traduzi-lo ao universo digital. Por mais que você não goste de assistir programas mais populares, assista. Não gosta de filme com cachorrinhos? Veja os últimos que sairam. Tem asco do cenário político atual em nosso país? Fique ligado nos canais 24h de notícias, nos canais de venda pela televisão, em canais de youtube e por aí vai. Tudo isso serve de munição para você quando precisar conversar com os mais variados tipos de público.

Dica 5. Saiba errar e aprender com os erros.

Nem sempre temos a reação do público que planejamos. Isso faz parte, ainda mais em uma época em que a intolerância é disfarçada em perfil de rede social, onde todos tem o direito de falar o que quiser, mas não toleram escutar o que não querem. O mais importante é ter bom senso. E sempre falar a verdade. Só assim deixamos clara a mensagem que queremos e nosso interlocutor entende o que você quer compartilhar. Se você curtiu, deixe seu comentário.

Bem-vindos ao marketing digital dos novos tempos.

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Na semana que passou eu acabei, entre um scroll e outro na minha timeline, em um post de uma colega de profissão que fez a seguinte constatação:

“Eu estou cansada de ver bolos com o mesmo sabor, bolos sem fermento, bolos queimados, bolos abatumados…”

Isso ficou martelando na minha cabeça por uns dias, e não sei porque, me veio à cabeça toda a trajetória que um bom chef de cozinha tem que percorrer para chegar à perfeição. E cabe aqui uma reflexão sobre como os melhores chefs de cozinha se destacam pelas habilidades únicas que encantam os olhos (e os estômagos) dos mais exigentes paladares. Um Chef para se tornar Chef é muito diferente de se tornar um ótimo cozinheiro. São anos de estudos nas mais conceituadas escolas de gastronomia do mundo, que vão do atemporal Le Cordon Bleu, cujo o foco são suas inigualáveis técnicas da culinária francesa clássica, até o mais atual Institute of Culinary Education, cujos cursos intensivos (de 6 à 13 meses de duração), formam anualmente centenas de aspirantes a maestros da arte culinária, já imaginando o caminho que terão que percorrer para alcançar as tão cobiçadas Estrelas Michelin.

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Assim como um bom chef, além de dominar todas as ferramentas do seu ofício, existe trabalho, trabalho, pesquisa, erros e acertos (não necessariamente nesta mesma ordem), um profissional de marketing digital tem que dominar todas as ferramentas que são a receita de como fazer seu cliente se destacar em um universo que para muitas empresas ainda é um oceano nada azul (isso será tema de um vindouro artigo, aguardem), trata também de outros fatores que fazem essa equação dar certo. O marketing digital não trata só de dados, números, insights, analytics. Trata também de comunicação personalizada, quase um one one. Trata de UX, de ser do bem, de ter propósito.

Existem hoje em dia inúmeros cursos, nanodegrees, palestrantes, e-books, whitepapers, whatever, que ensinam métricas, ferramentas, e supostas receitas de sucesso. Mas tudo isso não é a certeza de alcance de objetivo. Sabe porque? Assim como na cozinha, uma receita só diz as etapas que se deve seguir para o preparo de algum prato. O mesmo funciona neste novo marketing que está entre nós. Não existe receita milagrosa no marketing digital. Entre as métricas, KPIS, CPC, CPM, CPA, CPL, CTR e ROI se não existir algo essencial em quem estiver por trás do monitor e teclados do seu computador. E convenhamos, inteligência e trabalho árduo com certeza irão fazer você e seus clientes ficarem muito satisfeitos com os resultados. Assim como um bom Filé Wellington feito com todo o carinho e técnicas que só um masterchef pode oferecer.