Propósito: qual o seu?

Olhar para frente nem sempre nos mostra novos horizontes.

Hoje em dia andam falando que estamos em uma mudança de era, onde o menos é mais, tudo é mais do mesmo, somos conectados mas desligados uns dos outros, que temos que fazer o que amamos e por aí vai.

Vejo, leio e escuto diariamente este assunto nos mais diversos canais.

Um bom exemplo (meio malucão, mas com muitas verdades) é o canal do Jason Silva.

Eu, por exemplo, ainda não sei qual o meu propósito. Sério.

Já estou beirando os 40 anos, tenho uma profissão, digamos, há mais de 17 anos, e mesmo assim, após ter passado por “várias encarnações” (vendedor de assinatura de revista, assistente de marketing, estagiário de redação, dono de agência, redator freelancer), ainda estou com aquela sensação que não encontrei uma vocação. Eu acho, pelo menos.

Assim como todos que nasceram e compartilham a minha geração — nascidos nos anos 70 e 80 -, a sensação de falta de propósito claro de vida permeia, dia a dia, os pensamentos. E consequentemente, atitudes.

O eu como centro desta experiência.

Voltando a minha pessoa: Sempre fui agitado e inquieto. Seja por curiosidade ou por não conseguir parar de pensar por um minuto sequer.

Já tentei de tudo para encontrar a iluminação (conteúdo extenso e que vai ficar para outro post), mas acho que encontrei algo que está acalmando essa ansiedade, mas acima de tudo, a necessidade de saber por que raios eu vim parar nesse mundo.

Já ouviu falar de mindfulness?

Para maiores detalhes, leia o texto no perfil do João Cavalcanti.

Uma breve explicação: “Mindfulness” ou “Atenção Plena” , em português) é um termo que pode designar um estado mental, um conjunto de técnicas ou exercícios mentais (“Meditação Mindfulness”), programas estruturados de treinamento baseados em “Mindfulness”, ou ainda um conceito psicológico.

Foi na leitura deste livre que comecei a me interessar mais pelo assunto.

(não estou ganhando nada pela divulgação, ok?)

E não que aquele garoto que sempre pensava demais e nunca estava focado(lembrem dessa palavra) no presente, conseguiu, após algumas tentativas, ficar 5 minutos sem pensar, somente focado na respiração (princípio da meditação mindfulness).

Afinal, qual o propósito disso tudo?

Inspiração. Isso mesmo. Essa palavra é mágica e o caminho para encontrar o que mais procuramos. E muitas vezes, isso não está por aí, perdido, mas sim dentro de cada um de nós. Parece papo de auto-ajuda e coisa e tal, mas não.

Numa era onde estamos sempre conectados, onde a socialização é virtual, o amor é liquido, o fluxo de energia das pessoas cada vez mais diversificado, algo será sempre imutável. Era após era, a sua essência sempre será a mesma.

Lembra da palavra foco que pedi para lembrarem: ela é o mais importante hoje em dia no que diz respeito ao saber o que quer, para onde ir, aonde quer chegar.

Uma conclusão minha: a gente já nasce com um propósito, sim.

Você saber qual o seu? O meu ainda não sei, mas VIVER o agora, dia a dia, me deixa mais próximo do meu propósito.

E você? Quer experimentar para crer? Medite e veja as respostas aparecerem. #ficaadica

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Mídia, inteligência artificial e algumas revoluções.

Estamos olhando para frente de um outro jeito.

No segmento das mídias digitais, marketing e recursos da internet, por exemplo, um grande desenvolvimento ocorreu nos últimos anos e que revolucionou o segmento. Hoje é difícil supor estratégias de marketing, principalmente de marketing de digital, sem considerar os recursos tecnológicos de ponta e a aplicação da inteligência artificial nos seus processos.

O uso inteligente de dados já é fundamental para uma série de processos, principalmente, aqueles relacionados ao comércio, saúde, serviços públicos essenciais, etc. Mas também já faz parte do cotidiano das pessoas — tarefas como acessar as redes sociais, comprar pela internet ou apenas pesquisar por assuntos possuem um grande grau de tecnologia inteligente aplicada — de computadores capazes de pensar sozinhos.

Até mesmo os recursos digitais, em que muitas campanhas de marketing são veiculadas, como as redes sociais, por exemplo, ou os recursos de anúncios patrocinados, utilizam amplamente o machine learning em seus processos, entre outros recursos. É possível ampliar o alcance da mídia programática, as estratégias de SEO, target advertising, insights e até mesmo interagir diretamente com os consumidores por meios de sistemas cognitivos em anúncios, dispositivos móveis e outros recursos.

Machine learning, que é o primeiro passo para a expansão da inteligência artificial.

Por machine learning, que é o primeiro passo para a expansão da inteligência artificial, compreende-se um conjunto de métodos básicos que usa algoritmos para coletar dados, aprender com eles e determinar ações. Analisando uma quantidade grande de dados e algoritmos, a máquina pode aprender e executar novas tarefas. Esta estratégia possui grandes vantagens para diferentes segmentos produtivos e acabou se tornando um grande diferencial competitivo.

Um exemplo prático é o Facebook, que utiliza o sistema de inteligência artificial que conta com uma rede neural de capacidade equivalente ao cérebro de um rato, conforme seus especialistas.

Não se trata apenas de ter diferenciais competitivos no mercado, de ampliar ainda mais a capacidade de intervenção às decisões de seus usuários — como ocorre quando você pesquisa algum produto na internet e posteriormente se depara com anúncios patrocinados em suas redes sociais e até em seu e-mail, propositalmente lançados pelo sistema conforme as suas experiências e dados de pesquisa on-line. Trata-se ainda de oferecer uma experiência diferenciada ao usuário — como o vídeo exemplifica.

E os próximos anos serão decisivos para as empresas que querem continuar no mercado com destaque.

Empresas como Google e Amazon também utilizam amplamente este tipo de tecnologia — na verdade, são referências neste segmento. De carros autônomos a aplicativos de todos os tipos, o machine learning é um conceito do qual o Google não faria sucesso caso não o usasse. A Amazon tem inclusive soluções para quem quer investir neste segmento, de modo limitado. E os próximos anos serão decisivos para as empresas que querem continuar no mercado com destaque — estas precisam se diferenciar, e o conhecimento e as novas abordagens tecnológicas com certeza é o caminho certo para isso.

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Como o Digital pode se transformar no seu Marketing.

Quando decidi entrar para o mundo da comunicação, pouco sabia sobre a base teórica que fundamentou o estudo do marketing nos últimos 40 anos. Sabia que para vender algo você teria que ser bom de papo (?), oferecer um produto ou serviço que fosse ao encontro com as necessidades de um crescente público ávido por consumir (mesmo não tendo renda suficiente).

E acho que aqui chegamos ao desafio de todo profissional de marketing: como incentivar um comportamento quando este mesmo público não sabe bem o que quer? Como fazer para marcas terem sucesso em um cenário onde o dualismo entre ser e ter é status quo em determinados nichos de mercado? Como alcançar uma audiência maior, mas ao mesmo tempo atingir determinado público com a mensagem correta?

Para todas e essas questões algo é correto afirmar: todo profissional de marketing deve estar sempre um passo à frente do mercado. Em um universo tão dinâmico como a comunicação estar sempre atualizando seu software é fundamental para conseguir transmitir mensagens de forma que atinja a todos, mas ao mesmo tempo faça com que determinados nichos saibam que estão falando com eles na linguagem correta.

E curso como o NanoDegree em Marketing Digital, da Udacity, por exemplo, são fundamentais para todo o profissional que deseja estar adaptado para um mercado cada vez mais em mudança. E minha decisão de atualizar meus conhecimentos com cursos como este veem da necessidade de eu estar sempre com meu “software” atualizado. E o constante aprendizado é fundamental para uma posição de destaque num mercado cada vez mais dinâmico e competitivo como o Marketing, principalmente no universo digital.

Tudo que precisamos a um toque.

Vivemos em um mundo digital. Nossas redes sociais são praticamente digitais. Consumimos conteúdos em blogs, newsfeeds, Portais de notícias. Assistimos filmes e seriados via streaming. Compramos em e-commerces, pedimos comida via apps, bem como transações financeiras. Agora você entendeu porque temos que entender este novo cenário e comportamento do consumidor?

Estamos atravessando uma mudança de era. E temos que estar cientes o que o espírito do tempo nos diz para, mais do que atingir o maior número de pessoas com a mensagem correta, temos que ter a consciência que sustentar um discurso requer legitimidade . E este é o quesito fundamental para quem quer estar “up-to-date”. O tribunal da inquisição das redes sociais é implacável.

Hoje não estamos mais analógicos. Já somos digitais. E todo a mensagem deve passar por este processo. E para que isso acontece, todo o profissional de marketing deve ter este mindset. Deve ser digital de hoje em diante.

Você já parou para pensar nisso?

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Todos nós já nascemos hackers.

Temos nossos sentimentos na palma da mão.

Hackers de coração e o ser humano do pós-digital. Uma resenha para reflexão.

De uns tempos para cá começamos a viver uma grande revolução, ainda maior do que todas que a humanidade já presenciou. Ela é uma grande mudança tanto externa, com o crescimento exponencial da tecnologia nos últimos 50 anos, quanto interna, onde os sentimentos tomaram outras formas de expressão, muitas vezes nada ortodoxas para a linha de pensamento e conduta vigente para a época. E aí está o grande barato disso tudo.

O termo hacker tem como definição pessoa com grandes conhecimentos de informática e programação, que se dedica a encontrar falhas em sistemas e redes computacionais. Na minha opinião, isso transcendeu à tudo que se refere ao nosso sistema: o corpo humano. Com a evolução do aprendizado de máquina e a inteligência artificial, ficou claro que a nossa ânsia por grandes conhecimentos e pelo avanço da própria tecnologia que criamos se transferiu para criarmos ferramentas para “hackear a nós mesmos”. Nossos “arquivos pessoais”, ou DNA, já são um livro aberto e pronto para decifrá-lo por completo.

O futuro?

O futuro é o agora

Teste genéticos como o 23andMe já são tão populares que já não parece assunto de ficção científica. Todas as lembranças que tínhamos (este que vos escreve, pessoalmente) quando na infância liamos a literatura de Isaac Asimov, Arthur C. Clark, Julio Verne, entre tantos outros, já são realidade, e estas mentes privilegiadas “hackearam” o que achávamos que seria impossível: os limites da nossa imaginação. Um sentimento, que para mim, não é algo somente da mente, mas muito do que temos no coração.

Como diz meu amigo e gênio da atualidade, o Gustavo Nogueira , atualmente vivemos uma mudança de era, um novo Zeitgeist, um mundo pós-digital. Isso mesmo que você leu. Estamos nesta mudança (que geralmente leva alguns anos até se consolidar e ser assimilada pela sociedade) e, como toda mudança, existe a resistência de compreender. Como exemplo prática, antes de cada mudança, existe a bagunça que um novo modelo causa ao invadir o “status quo” vigente, ou somente já defasado. Até uma nova ordem se estabelecer, a sociedade se torna caótica, desorganizada até que aparece uma nova ordem para colocá-la novamente nos trilhos.

O calor que o coração fornece enobrece a alma.

O amar ficou líquido.

A relação do amor se modificou. Segundo o filósofo e sociólogo polonês Zygmunt Bauman, vivemos uma época de relações líquidas. Apesar desta nova concepção do que são os relacionamentos atualmente, algo ainda permanece intacto, apesar de tudo. Com toda a alteração na vidas e nos relacionamentos, com a globalização e suas distâncias cada vez mais curtas, com o próprio sentido de gênero, que tanto se discute e gera controvérsias em todas as camadas da sociedade, algo em nós permaneceu incólume: o coração. O ser humano da era pós-digital terá como guia não somente os adventos da tecnologia, os Wazes, Gps, Google Maps, mas também algo que o guiou até hoje a todas as revoluções que ele mesmo criou: o nosso coração.

Está chegando o momento.

Rise of the human machines

A máquina que nos mantém vivo e seguindo em frente será o força motriz que fará todos transcenderam a um novo patamar, não somente como pessoa e ser humano, mas também nos guiará à singularidade, uma concepção de idéia surgida por volta dos anos1950, com o matemático húngaro John von Neumann, um dos responsáveis pela criação dos computadores e um dos maiores cientistas do século, que disse que as tecnologias poderiam chegar a um ponto além do qual “os assuntos humanos, da forma como os conhecemos, não poderiam continuar a existir”.

Em estudo de futurismo, a singularidade será uma realidade. Pode parecer assunto de livros e filmes de ficção, mas é chegado o momento em que sim, seremos ciborgues. Quem sabe já não somos? Não vivemos sem o celular, por exemplo, e quando você precisa recarregá-lo, já nos acostumamos a dizer: “me empresta o teu carregador, pois estou sem bateria”. Não é verdade?

Tudo muda, mas não muda

São mudanças sutis que estamos presenciando, mas que estão acontecendo. E o mais importante de tudo é que não percamos aquilo que nos faz seres humanos: a capacidade de amar e deixar o coração guiar as nossas melhores decisões. Isso é o que nos move. E desejo, de coração, que nunca esqueçamos disso.

Em pouco mais de 500 anos, vivemos a Era Moderna, a Era Pós-Moderna e a Era Digital. Nosso pulso e nosso passo acompanharam a Revolução Industrial: a habitação acompanhou a indústria, a alimentação acompanhou a indústria, a escola acompanhou a indústria e os mindsets também. Esse joguinho viciante de aumentar a eficiência das coisas vem perdendo a graça. Tem ingrediente novo nesse Molho Secreto e ele se chama coração (ou apenas ❤️). Vamos juntos desvendar esse molho?

Como a inteligência artificial irá se tornar a inteligência de mercado daqui para frente.

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Quando se ouve falar deste termo “inteligência artificial”, logo se associa a literatura e filmes de ficção científica. Mas na verdade, hoje em dia essa é uma realidade muito comum e mais real do que se possa imaginar. Por isso, pensar nessa inteligência é pensar no diferencial de mercado em qualquer setor.

Hoje já temos o conhecimento que máquinas podem aprender. E muito. A partir da perspectiva tecnológica, baseada em redes neurais, lógica difusa, linguagens naturais, tipos de interface multissensoriais, entre outros novos conceitos, é possível que as máquinas aprendem com as suas experiências. Isso mesmo. Este é o conceito de machine learning. Aprender algo novo e gerar um novo conhecimento. Estamos vivendo uma mudança de era. E nela as máquinas poderão ser algo próximo do que já vimos na sétima arte.

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Múltiplas atuações, uma só inteligência

Atuando em níveis diferentes, como por exemplo, aplicações da ciência cognitiva, na robótica e em interfaces naturais, aplicação de algoritmos e novos negócios, Realidade virtual e aumentada, e por aí segue – não sabemos até onde essas evoluções irão parar, visto que se crescimento é exponencial -. Mas podemos falar da Lei de Moore em outro artigo.

Pelo que podemos analisar, a inteligência artificial pode atuar, lado a lado, quase que como um parceiro estratégico de negócios, auxiliando as empresas em seus escopos e atuando em prol de uma melhor análise de dados, por conseguinte, sendo um braço direito em decisões estratégicas.

Exemplos de aplicabilidade

  • No setor hoteleiro, pode se utilizar a lógica difusa para determinar a quantidade de hóspedes que se pode esperar em determinado período.
  • No segmento de transporte de cargas é possível fazer uma análise preditiva de quanto de combustível será gasto em determinados trechos e o quanto será o gasto em manutenção.
  • Agentes inteligentes, que atuam conforme as diretrizes de negócios pré-definidas pela empresa, é possível mensurar o quanto será necessário ter de estoque disponível para um e-commerce, fazendo com isso, maior agilidade de entrega e redução de custos operacionais
  • Uma das vertentes atuais do uso de inteligência artificial são os chatbots. De serviço de atendimento ao consumidor à compra de passagens áreas e check-in em aeroportos, você já deve ter interagido com chatbots inúmeras vezes sem se dar conta.

Novos modelos de negócios necessitam novas maneiras de interação de seus produtos e serviços com o público. Seja qual for a sua área de atuação, e com o avanço das novas tecnologias em uma velocidade cada vez maior, quem sabe, futuramente, uma inteligência dessas possa ser o fator diferencial para a sua empresa, produto ou serviço, servir da melhor maneira possível, aos propósitos que seus clientes sempre buscaram.

Confira esse e outros artigos sobre as novas tendências de mercado em nossa página.

 

Confira as 5 dicas que vão facilitar a comunicação online da sua marca.

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Os hábitos de consumo mudaram nos últimos 20 anos. E o marketing também precisou se reiventar. Atualmente estamos cercados de informação por todos os lados, 24 horas por dia, 7 dias por semana. É tanto canal de compartilhamento hoje em dia que fica muito confuso, para marcas e clientes, qual a melhor mídia (um conceito também ultrapassado). Antigamente (nem tão antigo assim), era muito mais fácil e pragmático chamar a dos clientes. Hoje em dia, não. Tudo é muito mais rápido e efêmero. E como fazer para se destacar num ecossistema onde todos querem destaque? Segue aqui algumas dicas que acho importante e que devem ajudar quem precisa ser ajudado.

DICA 1: Saiba ser visto.

Parece óbvio, mas tem muita marca que acha que conhece seu público e seu hábitos. Uma coisa é saber quem são. Outra é ter ideia de seus hábitos no mundo digital. Saber com clareza por onde seu público-alvo transita pela internet é meio caminho percorrido. E no caminho dos tijolos dourados é necessária clareza e saber chamar a atenção com uma linguagem adequada.

DICA 2: Saiba ser lembrado.

Para se destacar é preciso se diferenciar. E para isso é bom ter bem definido uma estratégia de publicação de conteúdo. Falar isso não é chover no molhado, mas lembrar que saber falar a linguagem do seu público é quase um exercício de empatia digital: se colocar no lugar de quem navega e ter clara a ideia do que é relevante para quem está sempre conectado. E claro: postar na rede social certa e no momento certo.

DICA 3: Saiba fazer conteúdo.

Uma vez escutei uma frase em um workshop que fez muito sentido: “ Bom conteúdo é aquele entregue na hora em que a pessoa mais precisa.”. Isso significa que não adianta ter um conteúdo bem escrito e embasado se não é relevante para o cliente naquele dado momento. Timming é fundamental. E para sabermos quando e como atingir nosso público, é fundamental um trabalhao de Inbound Marketing e um calendário de publicação.

Dica 4. Saiba estar sempre atualizado

Assim como o sistema operacional da sua máquina precisa de atualizações constante, você também precisa estar acompanhando o que acontece no mundo real para traduzi-lo ao universo digital. Por mais que você não goste de assistir programas mais populares, assista. Não gosta de filme com cachorrinhos? Veja os últimos que sairam. Tem asco do cenário político atual em nosso país? Fique ligado nos canais 24h de notícias, nos canais de venda pela televisão, em canais de youtube e por aí vai. Tudo isso serve de munição para você quando precisar conversar com os mais variados tipos de público.

Dica 5. Saiba errar e aprender com os erros.

Nem sempre temos a reação do público que planejamos. Isso faz parte, ainda mais em uma época em que a intolerância é disfarçada em perfil de rede social, onde todos tem o direito de falar o que quiser, mas não toleram escutar o que não querem. O mais importante é ter bom senso. E sempre falar a verdade. Só assim deixamos clara a mensagem que queremos e nosso interlocutor entende o que você quer compartilhar. Se você curtiu, deixe seu comentário.