Sou Redator Publicitário, e daí?

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Parece algo do século passado se intitular “redator”. Muitos devem pensar que essa é uma profissão que foi extinta junto com os acendedores de lampiões ou telefonista, ou então digitador de trabalhos dentro das normas da ABNT (profissão comum na época em que fiz faculdade).

Mesmo com a extinção as máquinas de escrever, algumas profissões se adaptam aos avanços tecnológicos atuais. A redação publicitária é uma delas. Até porque, por mais que não escrevemos mais cartas de amor ou aqueles telegramas para felicitar pelo aniversário parentes distantes (que por vezes não gostamos), a arte da escrita ainda está entre nós, e podemos afirmar que irá continuar a fazer parte do dia a dia por muito tempo.

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Mas afinal, o que faz um redator publicitário?

Como todos sabem, a arte da persuasão é arma fundamental para conquistar clientes e passar a mensagem certa para os mais variados tipos de público. É uma das extremidades do marketing que diz respeito a técnica de saber se comunicar, de forma assertiva e direta, a mensagem que as marcas querem passar. Por isso, o papel do redator, além de dominar a língua portuguesa, é saber falar a linguagem do consumidor. Como toda profissão, além de talento, ter em mãos as técnicas corretas é sinônimo de profissional que sabe o que faz, nesse caso, escreve.

Para cada discurso, uma linguagem. E para todas elas, a maneira correta de dizer o que se precisa. Sem delongas, sem falácias ou meias verdades. Esse é o segredo de fazer o seu receptor decodificar a mensagem de forma correta (parece parte de polígrafo de aula de introdução à publicidade).

Dois tipo de discurso, uma só propósito.

Existem dois tipos de argumentação que utilizamos na redação publicitária. Um mais rebuscado, emotivo e envolvente, dionisíaco. Outro, mais racional, sucinto e direto ao ponto, apolíneo. E o pai do discurso retórico, Aristóteles, foi a influência para esses dois tipos de discursos, bem como a retórica como conhecemos nos dias atuais. A primeira, tem na persuasão o seu norte. Já a segunda, convencer com argumentos racionais.

Outro fator importante, fora o discurso do texto, é a forma como você chama o público para o seu anúncio, outdoor ou outro material de mídia. Estou falando do título, ou chamada como os mais antigos na profissão se referiam ao item mais importante e que fez a fama de muitos profissionais da propaganda. Assim como a chamada, o slogan também é outro argumento publicitário onde a criatividade é a alma do negócio. Ele ilustra um outro tópico importante no texto publicitário que veremos no parágrafo abaixo.

O poder de síntese

O redator publicitário, no alto da sua qualificação técnica e tendo em mãos uma proposição, argumentação convincente e um convite à ação – o que chama hoje de call to action, tem o dever de percorrer esse caminho de forma sintética, não no que diz respeito à superficialidade, mas sim, breve. Resumindo: sabe os discursos do pessoal de Brasília? Isso, #soquenao

Esse parágrafo é breve de propósito.

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A união faz a força

Por mais que possa parecer um trabalho solitário, o Redator Publicitário é estimulado a estar sempre cercado de pessoas, assim como de boas ideias. Uma das vantagens de se estar em grupo é poder compartilhar, por vários aspectos, os mais diferentes discursos e ideias que aparecem quando um redator e o seu parceiro de crime, no caso um Diretor de Arte, conseguem simplificar todo um processo criativo. A sinergia entre as partes fazem o trabalho, além de ser mais prazeroso, memorável para quem cria, mas principalmente para quem é impactado pela peça publicitária.

Por isso, quando digo que sou redator publicitário, não é somente um sentimento de orgulho que sinto quando abracei, há 18 anos atrás uma profissão em que fui escolhido (assunto para outro artigo, prometo), mas também a sensação de não estar em uma cruzada solitária no seu dia a dia. Poder dividir ideias é somar mais para a vida do cliente.

Outro sentimento que tenho é o de dever cumprido com todos aqueles que acreditaram que minhas palavras e poder de persuasão foram essenciais para muitas marcas, produtos e serviços ao longo deste tempo. Isso sim não tem preço.

Aqui você acabou de ler um resumo de como um redator publicitário usa sua criatividade através de textos, slogans e conceitos para o descomplicar o complicado e conseguir convencer você que o produto dele é melhor do que a concorrência. Acima de tudo, a verdade e o bom senso devem ser os companheiros de quem usa a língua portuguesa como aliada em sua batalha diária dos jobs de última hora e jornadas exaustiva dentro da agência.

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Como a inteligência artificial irá se tornar a inteligência de mercado daqui para frente.

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Quando se ouve falar deste termo “inteligência artificial”, logo se associa a literatura e filmes de ficção científica. Mas na verdade, hoje em dia essa é uma realidade muito comum e mais real do que se possa imaginar. Por isso, pensar nessa inteligência é pensar no diferencial de mercado em qualquer setor.

Hoje já temos o conhecimento que máquinas podem aprender. E muito. A partir da perspectiva tecnológica, baseada em redes neurais, lógica difusa, linguagens naturais, tipos de interface multissensoriais, entre outros novos conceitos, é possível que as máquinas aprendem com as suas experiências. Isso mesmo. Este é o conceito de machine learning. Aprender algo novo e gerar um novo conhecimento. Estamos vivendo uma mudança de era. E nela as máquinas poderão ser algo próximo do que já vimos na sétima arte.

Múltiplas atuações, uma só inteligência

Atuando em níveis diferentes, como por exemplo, aplicações da ciência cognitiva, na robótica e em interfaces naturais, aplicação de algoritmos e novos negócios, Realidade virtual e aumentada, e por aí segue – não sabemos até onde essas evoluções irão parar, visto que se crescimento é exponencial -. Mas podemos falar da Lei de Moore em outro artigo.

Pelo que podemos analisar, a inteligência artificial pode atuar, lado a lado, quase que como um parceiro estratégico de negócios, auxiliando as empresas em seus escopos e atuando em prol de uma melhor análise de dados, por conseguinte, sendo um braço direito em decisões estratégicas.

Exemplos de aplicabilidade

  • No setor hoteleiro, pode se utilizar a lógica difusa para determinar a quantidade de hóspedes que se pode esperar em determinado período.
  • No segmento de transporte de cargas é possível fazer uma análise preditiva de quanto de combustível será gasto em determinados trechos e o quanto será o gasto em manutenção.
  • Agentes inteligentes, que atuam conforme as diretrizes de negócios pré-definidas pela empresa, é possível mensurar o quanto será necessário ter de estoque disponível para um e-commerce, fazendo com isso, maior agilidade de entrega e redução de custos operacionais
  • Uma das vertentes atuais do uso de inteligência artificial são os chatbots. De serviço de atendimento ao consumidor à compra de passagens áreas e check-in em aeroportos, você já deve ter interagido com chatbots inúmeras vezes sem se dar conta.

Novos modelos de negócios necessitam novas maneiras de interação de seus produtos e serviços com o público. Seja qual for a sua área de atuação, e com o avanço das novas tecnologias em uma velocidade cada vez maior, quem sabe, futuramente, uma inteligência dessas possa ser o fator diferencial para a sua empresa, produto ou serviço, servir da melhor maneira possível, aos propósitos que seus clientes sempre buscaram.

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Confira as 5 dicas que vão facilitar a comunicação online da sua marca.

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Os hábitos de consumo mudaram nos últimos 20 anos. E o marketing também precisou se reiventar. Atualmente estamos cercados de informação por todos os lados, 24 horas por dia, 7 dias por semana. É tanto canal de compartilhamento hoje em dia que fica muito confuso, para marcas e clientes, qual a melhor mídia (um conceito também ultrapassado). Antigamente (nem tão antigo assim), era muito mais fácil e pragmático chamar a dos clientes. Hoje em dia, não. Tudo é muito mais rápido e efêmero. E como fazer para se destacar num ecossistema onde todos querem destaque? Segue aqui algumas dicas que acho importante e que devem ajudar quem precisa ser ajudado.

DICA 1: Saiba ser visto.

Parece óbvio, mas tem muita marca que acha que conhece seu público e seu hábitos. Uma coisa é saber quem são. Outra é ter ideia de seus hábitos no mundo digital. Saber com clareza por onde seu público-alvo transita pela internet é meio caminho percorrido. E no caminho dos tijolos dourados é necessária clareza e saber chamar a atenção com uma linguagem adequada.

DICA 2: Saiba ser lembrado.

Para se destacar é preciso se diferenciar. E para isso é bom ter bem definido uma estratégia de publicação de conteúdo. Falar isso não é chover no molhado, mas lembrar que saber falar a linguagem do seu público é quase um exercício de empatia digital: se colocar no lugar de quem navega e ter clara a ideia do que é relevante para quem está sempre conectado. E claro: postar na rede social certa e no momento certo.

DICA 3: Saiba fazer conteúdo.

Uma vez escutei uma frase em um workshop que fez muito sentido: “ Bom conteúdo é aquele entregue na hora em que a pessoa mais precisa.”. Isso significa que não adianta ter um conteúdo bem escrito e embasado se não é relevante para o cliente naquele dado momento. Timming é fundamental. E para sabermos quando e como atingir nosso público, é fundamental um trabalhao de Inbound Marketing e um calendário de publicação.

Dica 4. Saiba estar sempre atualizado

Assim como o sistema operacional da sua máquina precisa de atualizações constante, você também precisa estar acompanhando o que acontece no mundo real para traduzi-lo ao universo digital. Por mais que você não goste de assistir programas mais populares, assista. Não gosta de filme com cachorrinhos? Veja os últimos que sairam. Tem asco do cenário político atual em nosso país? Fique ligado nos canais 24h de notícias, nos canais de venda pela televisão, em canais de youtube e por aí vai. Tudo isso serve de munição para você quando precisar conversar com os mais variados tipos de público.

Dica 5. Saiba errar e aprender com os erros.

Nem sempre temos a reação do público que planejamos. Isso faz parte, ainda mais em uma época em que a intolerância é disfarçada em perfil de rede social, onde todos tem o direito de falar o que quiser, mas não toleram escutar o que não querem. O mais importante é ter bom senso. E sempre falar a verdade. Só assim deixamos clara a mensagem que queremos e nosso interlocutor entende o que você quer compartilhar. Se você curtiu, deixe seu comentário.

Bem-vindos ao marketing digital dos novos tempos.

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Na semana que passou eu acabei, entre um scroll e outro na minha timeline, em um post de uma colega de profissão que fez a seguinte constatação:

“Eu estou cansada de ver bolos com o mesmo sabor, bolos sem fermento, bolos queimados, bolos abatumados…”

Isso ficou martelando na minha cabeça por uns dias, e não sei porque, me veio à cabeça toda a trajetória que um bom chef de cozinha tem que percorrer para chegar à perfeição. E cabe aqui uma reflexão sobre como os melhores chefs de cozinha se destacam pelas habilidades únicas que encantam os olhos (e os estômagos) dos mais exigentes paladares. Um Chef para se tornar Chef é muito diferente de se tornar um ótimo cozinheiro. São anos de estudos nas mais conceituadas escolas de gastronomia do mundo, que vão do atemporal Le Cordon Bleu, cujo o foco são suas inigualáveis técnicas da culinária francesa clássica, até o mais atual Institute of Culinary Education, cujos cursos intensivos (de 6 à 13 meses de duração), formam anualmente centenas de aspirantes a maestros da arte culinária, já imaginando o caminho que terão que percorrer para alcançar as tão cobiçadas Estrelas Michelin.

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Assim como um bom chef, além de dominar todas as ferramentas do seu ofício, existe trabalho, trabalho, pesquisa, erros e acertos (não necessariamente nesta mesma ordem), um profissional de marketing digital tem que dominar todas as ferramentas que são a receita de como fazer seu cliente se destacar em um universo que para muitas empresas ainda é um oceano nada azul (isso será tema de um vindouro artigo, aguardem), trata também de outros fatores que fazem essa equação dar certo. O marketing digital não trata só de dados, números, insights, analytics. Trata também de comunicação personalizada, quase um one one. Trata de UX, de ser do bem, de ter propósito.

Existem hoje em dia inúmeros cursos, nanodegrees, palestrantes, e-books, whitepapers, whatever, que ensinam métricas, ferramentas, e supostas receitas de sucesso. Mas tudo isso não é a certeza de alcance de objetivo. Sabe porque? Assim como na cozinha, uma receita só diz as etapas que se deve seguir para o preparo de algum prato. O mesmo funciona neste novo marketing que está entre nós. Não existe receita milagrosa no marketing digital. Entre as métricas, KPIS, CPC, CPM, CPA, CPL, CTR e ROI se não existir algo essencial em quem estiver por trás do monitor e teclados do seu computador. E convenhamos, inteligência e trabalho árduo com certeza irão fazer você e seus clientes ficarem muito satisfeitos com os resultados. Assim como um bom Filé Wellington feito com todo o carinho e técnicas que só um masterchef pode oferecer.